quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Au revoir, Paris!

 
EUROPA (2012)
 
França - Paris
 

Última noite em Paris antes de retornar ao Brasil.
Na volta, encontramos a triste realidade das capitais: o trânsito. Nisso, Paris é parecida com São Paulo, com uma dificuldade a mais: a maioria dos hotéis não tem estacionamento.
Estacionar na rua? Isso é obra para um artista. As ruas são estreitas demais.
Enfim, encontramos um hotel simpático no bairro de Montparnasse.

Exceto pelo barulho do encanamento e de vozes dos quartos vizinhos, posso dizer que ficamos bem.
Afinal, o que é isso comparado a alegria de estar de volta à cidade luz?
Uma dica para quem pretende alugar um carro em Paris para viajar ao interior ou as praias é planejar a volta à capital para ficar o menor tempo possível com o veículo. Lá o bom mesmo é andar a pé e de metrô.  
Mas, voltando à minha última noite nesta linda cidade que deixou em mim tantas saudades...


Nós jantamos em um restaurante muito bom chamado Felicité, um típico café francês. E fechamos com um vinho divino.
No dia seguinte, como o avião estava marcado para decolar às 21h00, ainda saímos para caminhar pelo bairro.
Nós seguimos sem pressa pela região de Montparnasse, que já foi o centro da vida cultural e artística de Paris do início e até os meados do século XX.
Lembrando dos amigos e da família, fizemos uma parada na Galeria Lafayete (Olha ela de novo aqui!) e antes de ir embora resolvemos seguir a dica do Blog Conexão Paris e experimentar o crepe da Ty Breizh, situada ao lado da torre e da Gare Montparnasse.
Entre as melhorias creperias de Paris, a Ty Breizh ficou em segundo lugar de acordo com o Jornal Le Figaro, no seu suplemento Le Figaroscope.
Experimentamos o crepe de chocolate com banana e rum. Foi à forma de celebrar o final dessa incrível viagem.


Se já me acostumei à rotina diária e esqueci Paris?
Ao escrever sobre a viagem fui aos poucos me despedindo de cada canto, cada cheiro de flor e aroma dos vinhos e do gosto dos saborosos queijos e crepes.
Mas a resposta para essa pergunta é Não.
Minhas amigas, o meu coração ainda está partido. Quanto mais eu penso em Paris, mais a saudade aumenta.
Eu acredito que onde a gente é muito feliz sempre fica um pouquinho de nós, um pedacinho que seja.
Mas, eu sei que Paris sempre estará me esperando. E eu voltarei.