sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Paris respira arte

EUROPA (2012)

França - Paris
 
 

Há muitos anos eu sonho com Paris. Com o tempo, fui acrescentando lugares e pessoas na minha lista de prioridades, um deles é a Ópera Nacional.



Uma dessas pessoas era um fantasma, rsrs. O Fantasma da Ópera. E nessa manhã de chuva eu fui a esse encontro na Ópera Nacional de Paris (9,00 EU).
 
 
 
Na minha opinião é páreo para o Castelo de Versalhes em termos de riqueza e esplendor.
O interior tem veludos, superfícies folheadas a ouro, querubins e ninfas.

 


O candelabro central do salão principal pesa mais de seis toneladas, dizem que ele foi à inspiração para o filme “O Fantasma da Ópera”.

 

Impressionante também é a pintura do teto feita em 1964 por Marc Chagall.Quando cheguei ali, lembrei a cena do filme da Maria Antonieta quando ela aplaude sozinha ao fim de uma apresentação. Lembra?

Nós ficamos na sacada observando a paisagem ao redor, com o Grande Hotel.

 

Porém, o lugar que mais me senti a vontade foi na Biblioteca, imensa quantidade de livros, de história de gente que viveu e respirou arte.

 
Animada saímos desse mundo fantástico e seguimos para a Galeria Lafayete, assim voltamos rapidinho para o mundo real.
 



Como é fácil se sentir pobre nesse lugar. Só para constar que o passeio nessa galeria durou pouco.
  


E, depois de caminhar pelas ruas do bairro, cheio de lojinhas bacanas e mais em conta, pegamos o metrô para ir a Montmartre e conhecer a SacreCoeur. Deixamos o passeio para o fim de tarde, pois a basílica fecha apenas 23 horas.

 
Confesso que esperava por um lugar poético, mas a ilusão acabou assim que desci do metrô. Senti como se estivesse na Rua 25 de Março em SP. Foi o primeiro impacto.
 

Meio desanimada com o cenário, peguei o Funiculare, lembra um pouquinho o bondinho do Pão de Açúcar, claro em proporção bem menor. Mas, eu achei ótimo não precisar subir mais de 250 degraus de escada.
Como estava chovendo, resolvemos fazer um passeio de “Montmartrain”, que partiu da SacreCoeur e foi até o Pigalle, passando em frente aos famosos cabarés.
 

Um deles o Le Moulin Rouge, o mais tradicional, o cabaret frequentado por Toulouse-Lautrec que o imortalizou pintando as dançarinas do FrenchCancan.
 

Na volta, a chuva já tinha parado, esentamos nas escadas da basílica para admirar a cidade de Paris. Muita gente faz isso, pois a vista é fabulosa. 
 


Nós caminhamos até a Praça Tertre, famosa praça dos pintores. Estava ansiosa para fazer um retrato, mas a fome, o frio e o cansaço me fizeram desistir. Jantamos no restaurante Chez Éugene.
 
 
Por causa disso, também não fui conhecer o prédio BateauLavoir, que no início do século 20 foi ateliê de Picasso, Modigliani e tantos outros.
 
 
Esse bairro merece uma nova visita, Oxalá que eu volte!

Nota: Em 2012, retornei a Paris e já no primeiro dia eu fui a Montmatre, fiz o passeio completo, do jeitinho que eu sonhei.