sábado, 17 de agosto de 2013

Veneza – Um lugar para amar

EUROPA
 
Itália - Veneza
 
 
Nós ficamos hospedados em Mestre, deixamos o carro em um estacionamento próximo à estação de trem e lá fomos nós para Veneza (Itália).

 
 
Em pouco tempo, estávamos na cidade conhecida pelo romance, teatro, música e, claro, pela sua estreita relação com o mar.
  
 
 
 
 
 
Eu já tinha ouvido muita coisa a respeito de Veneza, inclusive sobre mau cheiro, mas preciso dizer que a beleza da cidade, com suas pontes e luminárias e o vai e vem das gôndolas, superaram qualquer impressão ruim.
 
 
Na verdade, eu gostei demais e senti por não ter ficado uma noite em Veneza. Quando as luzes acendem, o visual é insuperável.
Uma pena não ter dado muita sorte com a escolha do restaurante. Pedimos pasta com frutos do mar e foi decepcionante. Preço alto e qualidade ruim.
 

Caminhamos sem pressa e sem um roteiro definido.  
Quando, de repente, nos demos conta que estávamos na Piazza San Marco. É difícil definir a sensação que nós sentimos.

 
 
Primeiro ficamos deslumbrados porque a praça é enorme, cercada por prédios históricos grandiosos, entre eles, está a Basílica di San Marco. O nome é porque na igreja está o corpo de São Marcos, um dos quatro evangelistas.
Quando estivemos por lá, a Basílica, que tem a fachada e o interior coberto por mosaico, estava em obras, uma pena!
 
 
No alto da igreja estão as réplicas dos cavalos de bronze de Constantino, são quatro estátuas feitas no século IV a.C. e atribuidas ao escultor grego Lisipo.
 
 
Napoleão Bonaparte invadiu a Itália (1796 - 1797), tomou Veneza e levou as estátuas verdadeiras para Paris, onde foram colocadas no Arco do Triunfo do Carrossel. Após a queda do imperador, as estátuas foram devolvidas à Piazza San Marco.
 
 
Na década de 1980, os cavalos originais foram colocados no museu da Basílica e substituídos na fachada por réplicas, para proteger da poluição atmosférica.
Também na Piazza San Marco estão o Pallazzo Ducale, que foi a residência de duques, sede do governo e prisão.
 
 
Ao fundo da Pizza San Marco está o canal onde ficamos os famosos gondoleiros. O valor do passeio depende do trajeto, eu escolhi o intermediário e paguei EU 120,00.
 
 
Do outro lado do grande canal está a Igreja Santa Maria de la Salute, que possui afrescos de Tiziano e Luca Giordano na sacristia, nós decidimos não ir até lá.   
Logo no início do passeio de gôndola, passamos embaixo da Ponte do Suspiro, que conecta o Pallazzo Ducale à antiga prisão.
 
Hoje os apaixonados, ao passar sob a ponte, suspiram de amor. Mas, no passado, os prisioneiros atravessam a ponte para serem julgados pelos inquisidores e suspiravam de medo pela perda da liberdade.
 
 
São muitas gôndolas que navegam pelo canal ao mesmo tempo, em trechos estreitos, e é impressionante a habilidade dos gondoleiros na direção do barco e também a forma como se equilibram sobre ele.
 
O passeio valeu cada centavo. Ir à Veneza e não passear de gôndola é como ir à Paris e não subir a Torre Eiffel. Uma vez, pelo menos, é preciso viver a experiência.
 
 
Nosso gondoleiro também mostrou a casa onde teria residido Casanova, um conquistador famoso, que nasceu em Veneza, em 1725.
Após o passeio, caminhamos até a Ponte dei Rialto.
 
 
Da Ponte dei Rialto é possível ter uma linda vista do canal.
 
 
Também caminhamos muito pelo comércio, onde estão todas as marcas mais famosas.
 
 
À noite, após saboreamos um delicioso café, assistimos a um concerto de música, com apresentação das “Quatro Estações”, de Vivaldi, na Chiesa San Vidal (EU 13,00/ por pessoa).
 
 
Uma linda música que se tornou a nossa trilha sonora nesta cidade mágica.