sábado, 27 de setembro de 2014

Monument Valley – Estamos na tela do cinema?

AMÉRICA DO NORTE

EUA - Utah
Reserva dos índios Navajos - Monument Valley 


Nós cruzamos a fronteira entre os Estados do Arizona e Utah junto a uma chuva fina e teimosa.
No carro tocava a música do Seal. ‘...What’s go on... De longe já dava para avistar as montanhas de Monument Valley.



Veja só quem veio nos receber
A estrada é linda e por várias vezes abaixei o vidro do carro para fazer fotos das imensas rochas vermelhas.
O nosso caminho nos levou direto ao Monument Valley, o parque da tribo dos índios navajos, “onde a terra encontra o céu”, como diz o panfleto que ganhamos na entrada.


Ali é fácil se sentir em uma tela de cinema. Muitos filmes americanos foram rodados neste cenário, como Telma & Louise, quem não se lembra das amigas que um dia deixaram a vida chata para trás e saíram em busca de aventura e emoção?
Nós pagamos U$ 20,00 para entrar no parque e mesmo com a terra molhada e o risco de deslizamento nós decidimos fazer o passeio pela Scenic View com o nosso próprio carro.
O espírito de aventura de John Wayne!
Uma palavra para descrever o lugar? Grandioso.


Logo no início do passeio, está uma das formações rochosas mais famosa: The East and West Mitten Buttes, que simbolizam seres espirituais.


Elephant Butte – imagine um elefante enorme no deserto.

The Three Sisters – Onde fiz uma foto em homenagem as minhas irmãs Bruna e Fernanda.


John Ford’s Point – Um lugar incrível onde o olhar alcança uma longa distância. O nome do lugar é uma homenagem ao diretor de cinema americano, famoso pelos filmes de John Wayne.
Camel Butte - O camelo do meio oeste americano
Totem Pole – Um marco histórico e místico criado pelas tribos indígenas, geralmente confeccionado em madeira.

Artist’s Point – Muitos artistas vão até lá em busca de inspiração.
Em Monument Valley também foi gravada a cena do filme Forrest Gump, em que Tom Hanks, com a barba gigantesca, após muitos anos correndo pela estrada, decide parar e voltar para casa.


Na volta, não resisti, e fiz uma corridinha: Corre, Dani, Corre!

Para encerrar esse dia emocionante, nós fomos presenteados com um lindo pôr- do- sol.
Nada poderia ser melhor do que isso.


 Ainda conseguimos chegar a tempo de registrar uma foto do Mexican Hat.

Quando chegamos à cidade de Bluff o sol já tinha ido embora e estávamos com a alma leve. Prontos para jantar e dormir.
Em Utah é 1h00 mais tarde do que no Arizona. É preciso adiantar o relógio. Nós deixamos as malas no Hotel Kokopellin e corremos para o restaurante Cottowood, que fica ao lado.


A casa estava cheia e dividimos a mesa com um casal alemão, Christine e Mathias, com quem conversamos muito, quase como se já fôssemos velhos amigos.
Com a boa conversa, cerveja gelada e um prato de carne delicioso, nós tivemos uma noite simplesmente perfeita.
A dona do restaurante Diana ficou feliz ao saber que somos do Brasil. Ela disse que os últimos brasileiros que tinham frequentado o restaurante fizeram isso no ano passado.
Somos artigo raro no oeste americano.


Na manhã seguinte, nós acordamos cedo e, antes de pegar a estrada, paramos para tomar café da manhã no Twin Rocks, muito bem servido e um excelente pão crocante.
Ainda paramos na estrada no Café Peace Tree Juice, em Montecelo, onde provei um suco de limonada com orquídea. Um perfume delicioso.
Agora é só chegar no nosso próximo destino: Moab, onde está Parque Nacional dos Arcos.

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