sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Conhecendo Paris pelo Rio Sena

EUROPA (2012)

França - Paris
 
Os meus pés se recusaram a sair da cama, como eu insisti, eles fizeram birra e doeram o dia inteiro.
Dor nos pés é isso que estou sentindo hoje. Mas, Paris vale o sacrifício.
 

Porém, hoje resolvemos conhecer a cidade de um jeito diferente, navegando pelo Rio Sena, de Batobus (18,00 EU/ 2 dias ou 15,00 EU/ 1 dia).


 
Antes pegamos o metrô até a estação mais próxima ao Museu d’Orsay (9,00 EU), uma antiga estação ferroviária, que se destaca pela coleção de obras impressionistas dos artistas Monet e Renoir, com total destaque as telas de Van Gogh.

 

 


Aqui é proibido fotografar os quadros.
 
 
 
Impressionante: essa é a palavra. Eu estava cansada e resolvi sentar por alguns instantes. Quando olhei estava ao lado da escultura de Rodin em homenagem a Victor Hugo. Preciso falar mais?
 


O café do museu é projeto dos designers brasileiros, os irmãos Humberto e Fernando Campana. Eu fiz questão de conhecer.

 
 
 

Saindo de lá pegamos o Bateau e aí foi só relaxar até chegar a Torre Eiffel (14,00 EU). O passeio é lindo, passa por diversas pontes, a mais bonita que eu achei foi o Point Alexandre III, mas todas eram muito bonitas.
 
 

 

Durante o passeio, o turista pode parar e descer do barco para depois voltar. São 8 estações (ChampsElysées, Louvre, Hôtel de Ville, Torre Eiffel, Museu D’Orsay, Saint Germain Des Prés, NotreDame e Jardindes Plantes). 


Por ser um dia quente de verão, algumas pessoas tomavam banho de sol ao lado do Rio Sena enquanto outras namoravam ou faziam piquenique.

 

Foi bacana conhecer esse lado relaxado dos parisienses e como o Sena continua tendo um papel importante na vida da cidade.



A fila para subir a Torre Eiffel estava imensa. Eu já tinha lido a respeito, mas não dei muita bola. Dica importante: compre o ingresso antecipado.

 
Ficamos horas na fila, mas não poderia deixar de fazer esse passeio ou me sentir frustrada. Se eu faria de novo? Não, com certeza não. A vista é linda, mas é muito sofrido chegar até lá.

 

Existem outros lugares de onde é possível ter uma linda vista de Paris, como Montmartre e o Arco do Triunfo.

 

 

 
Mas, enfim, subimos até o último andar da torre e enquanto estivemos lá nos divertimos disputando palmo a palmo um espaço de chão com centenas de turistas.

 

Ao sair de lá andamos até a Praça do Trocadéro, que fica na direção oposta. Neste local, podemos ver o impressionante Palais de Chaillot, construído em 1937 para a Exposição Internacional de Paris, e algumas memórias da Primeira Guerra Mundial.

 
Confesso que vi tudo isso de longe, não conseguia dar mais um passo. Gente, se eu disser que estava o maior fuá de gente tomando banho na fonte da praça, dá para acreditar?

 
Pois é, crianças de biquíni se refrescavam na fonte. E não pude deixar de notar, apesar da beleza do lugar, que estava muito sujo e cheio de garrafas plásticas boiando na água da fonte.
Mesmo com o cenário não sendo dos melhores, eu arranquei os sapatos e coloquei os pés nessa água gelada. E foi ótimo, os pés desincharam e consegui andar o resto do dia.
 

Novamente no Bateau seguimos até o bairro Saint Germain Des Prés.


Eu tinha um encontro marcado nesse bairro no Café Le DeaxMagot, reduto de escritores como Simone de Simone de Beauvoir, Jean Paul Sartre e Ernest Hemingway.

 
Fui lá, vi o que eles viram e provei um vinho maravilhoso. Poderia até me acostumar com isso, rsrs.